O noivo e o jejum: a presença de Jesus e o tempo de jejuar
A comparação do noivo surgiu quando Jesus foi questionado sobre a diferença entre a prática de seus discípulos e a dos discípulos de João e dos fariseus. Para responder, ele usou a imagem de uma festa de casamento (Mt 9.14-17; Mc 2.18-22; Lc 5.33-39).
Por que os convidados não estavam jejuando?
Enquanto o noivo estava presente, os convidados viviam um tempo de alegria. Ao aplicar a imagem a seus discípulos, Jesus relacionou aquela ocasião à sua própria presença. A resposta não era uma condenação de toda prática de jejum, mas uma explicação sobre o significado daquele momento (Mc 2.19).
A frase que precisa continuar na explicação
Jesus também anunciou que o noivo lhes seria tirado e que então jejuariam. O artigo anterior concluía de forma ampla que o jejum deveria ser substituído pela alegria. Essa conclusão deixava de considerar a continuação da fala. O Novo Testamento registra cristãos jejuando em outros momentos, como em Atos 13.2,3 (Mc 2.20).
Devoção que responde ao Senhor
As comparações do remendo e dos odres aparecem ligadas à discussão e ressaltam a necessidade de compreender a novidade de sua missão. Não devemos usar uma delas para desprezar pessoas ou para afirmar que toda prática antiga é má. O jejum cristão precisa expressar humildade e busca de Deus, em coerência com o ensino de Jesus, e não servir à comparação de superioridade religiosa (Mc 2.21,22).
